Eu não estou apaixonada.

Não, eu não estou apaixonada.

Eu não reparo no cabelo liso desgrenhado dele, o humor ácido que ele tem sempre depois da meia noite e muito menos o jeito que ele muda de leão faminto na selva para cordeiro perdido no campo quando nós brigamos.

Sabe, eu não me importo de vê-lo sair com outras meninas, não fico esperando uma resposta durante o dia e também não quero que ele esteja do meu lado enquanto as coisas desmoronam.

Eu não ligo para o sorriso dele, sua voz calma ou os seus incríveis cílios enormes, de longe não reconheceria sua despreocupação ou a sua teimosia quando eu insisto em algo que ele acha errado.

Se eu te dissesse que tem tempo que não acordo com um nome na cabeça, você acreditaria? Não sinto a menor falta de dias em que estamos juntos com suas horas que passam tão rápidas e ao mesmo tempo, devagar.

Nós somos apenas amigos, você não vê? Eu não preciso e nem quero alguém agora, muito menos esse menino que é tão seu e ainda tem muito a crescer.

Então, por todos esses motivos eu digo para você: não, eu não estou apaixonada.

Jade Goulart

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App: Eleven Challenge

Alô, alô!

Hoje vim trazer para vocês uma indicação de App que eu estou apaixonada! Para quem é amante de corrida ou um movimento ao ar livre eu sugiro que desinstalem agora mesmo seus aplicativos e instalem o Eleven Challenge, e sabem por que? É o primeiro app brasileiro que reverte sua quilometragem gasta em fundos para instituições de caridade – o usuário tem a possibilidade de escolha entre elas, varia entre animais, alimentos, meio ambiente, saúde, crianças carentes e idosos.

Eleven Challenge criado por Eduardo Vogel é gratuito e está disponível para Android, infelizmente ainda não está disponível para IOS porém a equipe está de olho nos interessados – bom para nós, não é mesmo? hahaha

Sabendo de todos os benefícios citados acima, entrei em contato com eles e fiz algumas perguntas para esclarecer melhor para vocês o quanto esse aplicativo promete mudar e beneficiar o cotidiano de quem necessita.

Qual foi a inspiração para a realização do aplicativo?

R. Acredito que todos têm uma inspiração entre os fundadores, eu por exemplo fui muito privilegiado numa cidade muito pobre no Rio e quando precisei colocar um marcapasso pesava 111 quilos, emagreci 35 em três meses e ali começou a bater a ideia. O Francis, trabalhou na fundação Itaú Social e viu todo o trabalho e impacto que eles faziam, além de ter tido uma criação humilde e lutado muito para conquistar tudo que tem, a Aline, teve a mãe psicóloga trabalhando com instituições de caridade, além de também ter visto muita desigualdade crescendo em bairro pobre em SP; O Hueberti foi um dos criadores do programa que coloca aqueles aparelhos de exercício para a terceira idade nas praças, foi criado na faculdade dele e sua causa sempre foram os idosos; o Danilo foi um rapaz também privilegiado, e como eu sabia que tinha que devolver algo pro mundo, afinal o dinheiro é a confiança que a sociedade coloca em você para melhorá-lo.

 Quais são as instituições colaboradoras?
  R- São grandes as empresas colaboradoras que desejam realizar o trabalho de filantropia e engajar as pessoas, no Brasil hoje existe uma cultura de não falar que se doa, é compreensível, nós acreditamos que o Eleven é uma forma de quebrar isso de uma forma tão nova que engaja toda uma rede de pessoas para poder ajudar também.

 Quais ONGs são beneficiadas?
  R- Existem muitas Instituições em contato conosco, na próxima versão que não será mais a de teste vocês já vão poder ter acesso a elas, a primeira é o Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba, centro referência oncológica pediátrica, o que nos honra muito e nos dá força todo dia para dar o melhor de nos.

Há previsão de disponibilidade para IOS?
  R- Sim, já temos muitos componentes prontos e planejamos já começar com o desenvolvimento, é provável que até o meio do ano já esteja disponível. Mas sempre varia, esperamos que seja rápido 🙂

Existe possibilidade futura de escolha de ONG beneficiada?
  R- Na verdade a primeira escolha é sempre da ONG porque o importante é você escolher uma causa que você tenha, no Brasil sabemos a quantidade de deficiências e todos se engajam com algo, o meu caso é educação, já outros são saúde, idosos, esporte, animais, na versão teste aproveitamos para descobrir as causas mais escolhidas pelo usuário.

Como o usuário cadastrado no app pode controlar as doações?
  R- O usuário na verdade não tem bem um controle, o aplicativo capta cada passo e o permite doar a partir de R$ 3,00 e não mas o possibilita após R$ 30,00, a questão é saber qual momento você pode realizar a doação, uma questão que levantamos é que no nosso site você consegue ver em tempo real quem doa, para quem e por quem, igual no Avaaz, isso porque a transparência é nosso maior marketing, e queremos que seja sempre o destaque, além disso também, após realizada a doação você poderá visualizá-la no histórico.

Qual a motivação das empresas contribuintes?
  R- A verdade é que as empresas já doam, aliás nas conversas com as mesmas vimos o quanto fazem, e sempre dizíamos “olha só vocês fazem isso tudo e ninguém sabe, por que? Porque não tem visibilidade”.Fora o fato de que para validar a doação é mandatório o compartilhamento, seja no Facebook ou no Instagram, para justamente engajar e dar visibilidade tanto a instituição quanto a empresa.

Quanto tempo o app tem no mercado?
  R- Começamos há pouco tempo a desenvolver, no Hackathon da Fiesp fomos a escolha dos investidores, e ficamos muito felizes por ser algo social o que não é visto para investidores como algo fantástico, mas acreditamos no potencial do aplicativo de mudar o Brasil e quem sabe o mundo.

 O app funciona sem internet?
  R- Sim e não! ( rss ) O app precisa de internet em dois momentos específicos, um no início, para escolher a instituição e a empresa, e dois na hora de compartilhar, porém nosso app é muito inovador, ele não necessita de GPS (o que salva sua bateria) e nem internet para o momento da sua atividade, e mais, diferente de todos os apps do tipo, ele não precisa ligar na atividade, é só fazer o set up e pronto, aliás você pode até fechá-lo que ele continuará registrando seu movimento, isso porque queremos que cada passo conte e que você possa fazer o bem da forma mais simples possível.

A equipe possui uma meta estabelecida para esse ano?
  R- A meta é que possamos ter um bom ano, na verdade, 2017 é o ano do nosso aplicativo. 2016 foi apenas desenvolvimento e toda e equipe trabalha bastante para que a gente consiga mudar o mundo, um passo de cada vez, e eu convido a todos que queiram, a fazer com a gente um futuro em que possamos acreditar de verdade.

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Quem ficou doido para contribuir? O layout do app é completamente clean e de fácil manuseio, o usuário cadastrado não gasta nada, só é necessário o compartilhamento para terminar o processo de doação. Espero que tenham gostado da indicação! Até uma próxima, abaixo eu deixei as redes sociais para quem ficar interessado.

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Jade Goulart

The OA – Teorias.

ALERTA: esse post contém SPOILER!

Alô, alô!

Hoje iremos falar sobre essa série maravilhosa que já teve a segunda temporada confirmada pela Netflix (uhul!), o post tem muito spoiler, então para quem não curte ou ainda não viu os oito eps, talvez não seja melhor ler mas eu recomendo muito a série e espero que vocês gostem das teorias, ok?

The OA tem seu início quando Praire, uma menina cega, reaparece misteriosamente depois de sete anos com a sua visão regenerada. Ninguém sabia onde ela estava ou se estava viva, mas após um vídeo viral dela, todos a reconhecem e fazem esses questionamentos. A série tem seu enredo focado tanto no tempo cronológico quanto no tempo psicológico quando a protagonista resolve contar sua história para cinco pessoas.

No final da primeira temp. a gente se pergunta o que está acontecendo porque não se sabe se é mentira ou verdade o que ela conta. – mas quem não viu, veja, porque é muito boa mesmo. Eu li algumas teorias na internet e vim aqui compartilhar e comentar com vocês as que eu achei combinarem mais:

O FBI está abafando o caso junto com Hap.

A presença do FBI é constante na série, seja através dos dois agentes que apareceram logo no início, Elias ou as sessões que ocorriam dentro do local. A teoria se dá pelo fato de Hap ter acesso irrestrito as fronteiras dos EUA sem a necessidade de documentos junto ao fato de desconfiarem que Rachel seja uma agente implantada – e pelo mesmo motivo não tenha recebido o último movimento. Muitos fatores como Elias aparecer dentro da casa dos pais de Praire no mesmo dia que ele recomendou que fossem sair, deixam a entender que o FBI também está na caçada dos anjos junto com Hap, e que Elias pôs os livros no quarto para os amigos da protagonista desconfiarem que tudo foi uma mentira.

A história se passa em três dimensões.

Duas dimensões são apresentadas na história: a primeira, baseada no tempo psicológico de Praire, onde ela está presa e a segunda quando morre e vai ao encontro de Kathun. A terceira dimensão seria a qual ela conta a história, no tempo presente, e algumas pistas são dadas para acreditarmos que seria possível:

  1. Quando Alfonso se olha no espelho e em seu reflexo Homer aparece, nesse momento os dois estão com um corte no rosto no mesmo lugar.
  2. Em dado momento da série Buck passa de bicicleta com uma mochila vermelha e vê objetos pegando fogo. Em sua primeira experiência de morte, Rachel conta que sofreu um acidente de carro com seu irmão e que sua mochila vermelha foi jogada na rodovia. Uma característica comum entre os dois personagens é que Buck participava de um coral enquanto Rachel era cantora.

Cada amigo de Praire teria sua representação nessa terceira dimensão, basta saber quem seria Hap.

Todos estão em um hospital psiquiátrico.

Essa teoria é baseada também nos cenários, corredores, quartos, roupas brancas, entre outros – como na experiência de Homer em que ele está correndo de certas pessoas, com roupas brancas por um corredor. Quando Homer escuta os áudios de experiência pós-morte há um trecho em que uma voz desconhecida pergunta para Homer se ele conhece Dr. Hoberts, além de dizer que este não é seu nome.

Bom, é isso. Eu realmente estou super ansiosa para o começo da segunda temporada, há muitos “buracos” na série que dão abertura para várias teorias, como o final em que só a Praire foi para outra dimensão – eu fico pensando se não foi Homer que foi o escolhido e sim, Hap.

Aaaaa, enquanto a segunda temporada não começa passem rápido na obra de arte no Instagram deles: The OA

Espero que vocês tenham gostado, até uma próxima!

Jade Goulart

TAG das dez.

Alô, alô!

Ontem estava mexendo na Internet e procurando alguns blogs e acabei topando com a tag que a Joy (dona do ” Por que não?”) criou e fiquei apaixonada – eu sempre curti muito as correntinhas do FB e nunca participei de uma então quando vi fiquei super feliz. Espero que vocês gostem tanto quanto eu!

Regras:

  • Indicar quantos blogs desejar;
  • Avise-os mandando o link do post que foram marcados na tag;
  • Colocar o link de quem te indicou e usar o selo da tag.

Bora lá:

  1. Uma frase: “O para sempre é composto de agoras.” Emily Dickinson
  2. Um momento inesquecível: Antes de me mudar para Maricá eu estudava em uma escola da Ilha do Governador, acho que eu tinha uns 14 anos, e eu era muito apaixonada por um garoto da minha sala, muito mesmo, e foi nessa escola também que eu conheci a minha melhor amiga/irmã que inspirou o post Cronograma Capilar. Em um dia de chuva eu e ela resolvemos brincar de escorregar no corredor externo que na verdade era uma descida para alunos cadeirantes e achando que eu ia cair ela me segurou pelo casaco que estava amarrado na cintura. Eu desequilibrei, caí de bunda e minha calça ficou toda encharcada pela chuva. hahaha O pior foi quando o ex crush viu meu estado, né? Eu que sou morena fiquei mais vermelha que pimentão.
  3. Indique um livro: Sinfonia – Marcele Cambeses. Aguardem que farei resenha (uhul!)
  4. O que te deixa feliz: Estar na companhia de amigos, comida, escrever, ler e meus doguinhos.
  5. Qual a primeira lembrança que vem na cabeça ao ouvir a palavra “infância”: Aaaa, quando eu morava na Ilha e todo dia de noite brincava no pátio com as minhas amigas no condomínio St. Dumont. Eu adoro a ilha e as pessoas de lá e não é à toa que eu escolhi estudar na UFRJ, são muitas lembranças e momentos especiais.
  6. Uma música: Bad Habit – The Kooks.
  7. Um lugar especial? Por que? Eu acho que não tenho um lugar especial, as pessoas me marcam mais, momentos também.
  8. Uma cor: Verde
  9. Um blog: Tudo Orna
  10. O que o blog significa para você? Um sonho se realizando. Eu lembro que quando era menor sempre tentava criar um blog com pseudônimos mas por vergonha excluía ou abandonava, conseguir repassar as minhas ideias e “conversar” sobre coisas do meu cotidiano é muito gostoso, ainda mais quando tem resposta. Significa muito mesmo, mesmo que esse seja só o comecinho.

Blogs indicados: Por que não?Egocêntrico Caracol  e Um Portfólio Casual.

É isso, gente espero que tenham gostado! Não esqueçam de deixar o link das respostas de vocês aqui nesse mesmo post! E quem quiser participar, fique à vontade!

Jade Goulart