Papo Sério e Instagram: @mbottan

Alô, alô!

Como vocês estão, pessoal? Bom, há um tempo atrás escrevi um post que para mim ajudou bastante com a nossa aproximação, acho que o Papo Sério: Gorda foi um dos meus primeiros textos que senti confiança em expressar meu ponto de vista sobre um assunto tão recorrente na vida de tantas adolescentes e mulheres e foi bem gostoso saber que foi bem recebido por vocês.

É sempre bom e muito realizador ver que mesmo por meio da escrita nós podemos ajudar pessoas a se amarem mais e melhorarem o dia a dia, sempre espalhando amor – tanto ao próximo como o próprio – e hoje com esse mesmo pensamento eu venho mostrar um Instagram que tem essa mesma pegada; eu conheci por meio de uma blogueira que tem como foco principal a autoaceitação por meio dos cabelos – o trabalho dela é maravilhoso sem a menor dúvida – mas essa tem como foco a autoaceitação pelo corpo, ajudando muitas pessoas a superar transtornos alimentares com sua experiência.

Além de contar seu cotidiano, a Mirian também nos ajuda – não só meninas e meninos que tem esses tipos de transtornos mas também ao passar tanto conhecimento – com tirinhas engraçadas e leves. Eu espero que vocês adorem tanto quanto eu o perfil dela e espero que ela não se deixe abater por tantos comentários maliciosos que pessoas fazem.

 

As fotos foram retiradas do perfil pessoal da Mirian.

Só orgulho, não é? Hoje o post foi curtinho mas espero que vocês tenham gostado, o perfil dela é esse daqui: @mbottan

Até uma próxima,

Jade Goulart

Papo Sério: o medo da ex. 

Alô, alô!

Como vocês estão, pessoal? Bom, tem um tempo que não escrevo e principalmente por isso quero pedir desculpas antes de começar com o texto de hoje, eu e a Carol estamos bastante atarefadas e por isso não conseguimos manter o ritmo e produzir conteúdos novos. Maio trouxe tantas experiências para nós duas que certamente quando voltarmos junto com a calmaria de posts diários, tudo vai dar bastante certo! Até lá pedimos que não desistam da gente! hahaha ❤️

Assunto pesado para início de conversa, não é? Não é a primeira vez que penso em abordar esse tema e talvez seja usado em mais textos: a raiva que temos de atuais e/ou ex dos (as) nossos (as) ex e/ou atuais se naturalizou e hoje espalhamos ódio gratuito imperceptivelmente.

Tornou-se comum, e vou usar casos de relacionamentos entre homens e mulheres, a atual não gostar da ex e vice-versa, mesmo não conhecendo a pessoa ou sabendo a verdade que ela possuí; Está tão incutido no nosso subconsciente que somente quando questionados nós (talvez) vemos que estamos cometendo uma injustiça ou piorando uma situação.

Quando uma ou mais mulheres não seguem o padrão transformam-se em capa de revistas, como o caso da atriz que tirou uma foto e as duas ex esposas de seu marido a curtiram. E isso deveria ser considerado um absurdo, porque nós não podemos ceder a um tipo de sistema tão cruel com o próximo e ainda assim, ajudar a perpetuar.

O mais difícil é sair desse ciclo, seria hipocrisia minha não admitir que quando mais nova não falei mal das exs de quem pertencia a minha vida naquele momento, e parte disso é gerado por uma insegurança de ser trocado, mas por graça ou desgraça, essa mesma pessoa tem um gosto parecido com o meu e viveu momentos que ajudaram no amadurecimento pessoal de quem eu estava, assim como, eu também vivi – o que é normal, todos, sem exceção, têm um passado.

Então, para quê, ver só um lado? Talvez desmerecer uma pessoa por histórias que ela, na maioria dos casos, não pode confirmar por medo ou insegurança ou ciúmes?

Nós como sociedade estamos tão acostumados a pôr a culpa e responsabilidade em cima das mulheres que muitas vezes, viramos uma contra a outra, sem necessidade.

Bom, hoje eu só quis levar um papo com vocês e tentar chamar atenção a uma coisa que prejudica e muito nossas relações sociais, espero que tenham gostado e comentem, por favor, se vocês concordam ou têm alguma divergência.

Até uma próxima,

Jade Goulart.

Papo Sério: Relacionamento abusivo

Já é noite aqui e boa parte das minhas ideias estão embaralhadas, às vezes temos dias cheios, momentos desgastantes e só precisamos parar para respirar e assim, enxergar que tudo tem uma solução e saída para coisas muito melhores. Esse post era para ser dividido em dois: um sobre amizade e outro sobre amor, mas a verdade absoluta é que em relacionamentos os dois estão entrelaçados e são complementares.

Quem me conhece sabe que eu tive um relacionamento longo, de anos e mais tarde, alguns “encontros” com pessoas que me fizeram muito bem e outras que também me fizeram muito mal, todos especiais e indispensáveis para meu amadurecimento, todos contendo momentos incríveis e brigas – assim como qualquer outro casal. Na minha história eu não mudaria nada.

Quem me conhece também sabe que há pouco tempo atrás estava em um momento delicado, algumas coisas vieram para me machucar pelo simples propósito de me fazer crescer e como consequência acabei me reencontrando com pessoas e tendo o apoio emocional de outras, eu vi que amigos estão lá mesmo quando você pensa que mais ninguém vai estar, pelo menos, aqueles que querem seu bem de verdade.

E talvez agora eu inicie o tema que nunca soube ao certo como começar por ser ramificado em diversas experiências, delicado ao extremo e já peço desculpas por abordar de forma tão simplista: relacionamentos abusivos.

Antes de qualquer afirmação: nunca quem é abusado pede para tal coisa acontecer em sua vida, muitos deles adquirem traumas depois de passar por x situações e o melhor que nós fazemos é não naturalizar e ter empatia pelo próximo.

Violência física, psicológica, ameaças implícitas e explícitas são pontos constantes nesse tipo de relacionamento, a vítima se afasta da família, dos amigos e com o tempo deixa de se reconhecer como ser individual, não é fácil, não é “drama” e é nosso dever social auxiliar quem estiver passando por isso, até porque muitas das vezes este não se enxerga como vítima. 

Como podemos reconhecer quem está passando por isso?

  • Reclusão
  • Dependência emocional para com o parceiro
  • Instabilidade emocional assim como queda na autoestima
  • Sinais de violência – psicológica e/ou física
  • Defesa a ações indefensáveis
  • Outros

E se você está passando por isso, saiba que a culpa não é sua, que amor é construído pelo bem querer, pelo cuidado, e que de maneira nenhuma você merece qualquer tipo de tratamento em que tenha que se submeter a algo ou alguém. Se você no início do relacionamento era alguém feliz e hoje sente que “murchou” e tem medo de expressar o que sente para seu parceiro, converse com alguém próximo.

Nós queremos o seu bem. Ninguém que te ame vai te tratar como as maneiras listadas acima, pense nisso.

Jade Goulart