Não há nada como nós 

“Querido Castor,

Eu não lembro muito bem quando ou como nos conhecemos, às vezes quando deito na cama depois de um dia longo fico tentando buscar em minha memória a primeira vez que a gente se topou, mas você é como um sonho bom: nós nunca lembramos do início e sempre que acordamos tentamos dormir de novo para haver uma continuação; e eu me vejo torcendo por mais quando se trata de você.

Você me fez desejar coisas que antes não passavam pela minha cabeça: dias chuvosos e calmos assistindo um filme no sofá, sua família me chamando por apelidos em um churrasco próprio de domingueira, alianças que são anéis de coco e que valem muito mais que 05 reais, tudo porque você resolve sempre dar uma de nerd na minha frente – mesmo sem entender nenhum poema que eu leio, até quando o ‘muso’ é quem lê.

Eu espero que saiba como me sinto toda vez que cola teus olhos de amêndoa nos meus ou quando ri de suas próprias piadas sem graça; é como ter seu filme favorito em mãos ou assisti-lo pela primeira vez.

Não há nada como nós, nada tão bom, e eu entendo a cada dia que se passa o que Vercillo cantava sobre amores e pontes.

Eu nunca escolhi te amar e mesmo assim você veio, tomou meu mundo para si e agora meu coração é todo teu, se entrega quando bate.

Com ‘meu querer bem’,

Sua Magrela. ”

Jade Goulart

Anúncios

5 comentários em “Não há nada como nós 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s